Portanto o nosso objetivo é discutir a viabilidade da EaD no Brasil e o respaldo legal que existe o legitima .
A universalização da Educação permite que a sociedade evolua , pois já se percebeu que há necessidade de investir em educação, mas há problemas de logística como atingir os locais mais remotos ou pessoas com indisponibilidade de tempo. Parece obvio concluir que onde houver necessidade de aprender haverá necessidade de ensinar ( ensino por correspondência , rádio, televisão, etc...)Esse é o cenário social que delimita o espaço da EaD, e o conceitua ,segundo o Professor Muran como o processo de ensino-aprendizagem, mediado por tecnologias em que os professores estão separados espacial e\ou temporalmente , mas estão conectados, interligados. A internet fortalece esse processo dando agilidade que o nosso tempo solicita. Quando pensamos e discutimos EaD, enquanto educadores levantamos críticas referentes a qualidade e o afastamento das relações interpessoais, a solidão ao aprender. Durante minhas visitas aos blogs , percebi que quem discute, é a favor e as pessoas que são contra , não se posicionam , mas quando se posicionam fortalecem o debate e expõe ainda mais as vantagens da EaD. Dentro da estrutura da EaD vamos perceber todos os requisitos necessários para o ensino-aprendizado. Uma lei que a legitima que é a LDB ( 9394\ 96) E uma estatística do Mec que afirma que entre 2008 e 2009 a EaD cresceu 30,4%, e os cursos presenciais cresceram 12,5% . Concluo então que as pessoas necessitam desse espaço educacional, sem medo ou restrições, quebrando paradigmas, pois há regulamentação, legitimação, qualidade e disponibilidade.Basta querer, fazer e verificar concretamente a aquisição dos conhecimentos proporcionados
BELONI, Maria Luiza, Ensaio sobre a educação a distância no Brasil, Educação & Sociedade, ano XXIII, no 78, Abril/2002
MATTAR, João. Educação A Distância no Brasil e no Mundo. Departamento de Extensão e Pós-Graduação. Anhanguera Educacional, 2011
MORAN, José Manuel. Educação A Distância no Brasil e no Mundo. Departamento de Extensão e Pós-Graduação. Anhanguera Educacional, 2011.
Na verdade, eu não sei me posicionar nesse tema. Particularmente gosto da ideia do EaD porque eu já fico muito tempo na frente do pc, porque tenho facilidade e disciplina para estudar sozinha e também porque gosto de fazer tudo no meu tempo, no meu horário. Não me inscrevi no curso de Pedagogia EaD justamente porque faço tudo sozinha e preciso dividir, trabalhar em equipe e socializar.
ResponderExcluirPrª Cristina de Moraes
ResponderExcluirUma excelente iniciativa. Não se pode pensar em educação nos dias atuais sem colocar em discussão esses recursos disponíveis no auxilio e desenvolvimento da educação como um todo. O tempo cada vez mais tomado por novas perspectivas oferecidas pelo mundo eletrônico exige que fiquemos atentos à essas novas formas de se obter conhecimento.
Esta é uma iniciativa louvável pois em um tempo em que se está conectado 24 horas por dia e nada se furta do olhar tecnológico, não podemos deixar de fora esta modalidade de ensino em que parte do ensino "tradicional" já está fazendo uso "desta" modalidade como complemento! Parabéns.
ResponderExcluirA EaD é uma realidade no Brasil, e mesmo acreditando que estamos sozinhos, isso não se faz verdadeiro, há tutores, colegas de grupo com quem podemos nos conectar, e em alguns cursos os fóruns, pegam fogo.No vídeo “aprender a aprender” , “o mostro” na minha análise é a EaD, e percebemos o quanto esse “monstro” se distancia e se aproxima nos momentos de aprendizagem ,a interação é importante mas hoje já discutimos diversas maneiras de interação.
ResponderExcluirConsidero a EaD como uma realidade brasileira cada vez mais latente, visto que as pessoas tem seus dias cada vez mais corridos, e essa metodologia permite que elas possam estudar de qualquer lugar à qualquer hora.
ResponderExcluirPorém, engana-se quem imagina a metodologia EaD como algo “fácil de levar”. Quem realmente está disposto e comprometido dever ter um grande senso de organização, aprender à utilizar as ferramentas disponíveis e usá-las de forma à melhorar a aprendizagem.
O aluno torna-se cada vez mais responsável pela sua aprendizagem, de forma que à cada “acesso” torna-se mais fácil a sua integração com a aprendizagem.